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Prova de vida
Movimento na câmera. Uma foto estática de outra foto não passa.
Prova de vida e confirmação do documento no checkout. Depois, identidade, restrição, score, telefone, endereço e processos no próprio pedido. O especialista só consulta com o seu aval.
Mirá Safe
ExemploPedido 4821
Próximo passo
A câmera e o documento já estão no pedido. A consulta de risco entra com o seu aval. O resultado fica na mesma venda.
Prova de vida e documento confirmam quem está na câmera. A consulta lê o risco. Cartão continua outra camada.
O custo de vender no escuro
Ticket alto e locação de equipamento caro não perdoam. Sem prova de vida, o documento pode ser foto de foto. Sem consulta no pedido, o time só vê o risco quando o bem já saiu.
Como a operação está hoje
O time consulta num portal, cola o print no grupo, ou não consulta. Chargeback e bem desaparecido aparecem quando a venda já saiu.
O que isso custa
No checkout
A pessoa está na câmera. A foto do documento entra no pedido. O rosto bate com o papel. Isso acontece antes da consulta de risco, na mesma venda.
01
Movimento na câmera. Uma foto estática de outra foto não passa.
02
CPF, CNPJ, RNE ou passaporte. O papel que a pessoa apresenta fica no pedido.
03
A comparação é no servidor, não no browser. O time vê o resultado na mesma tela da venda.
Chargeback de identidade, antes de expedir
Como resolvemos
Cada pilar existe para mover chargeback ou a perda de um bem de ticket alto. Nenhum deles depende de um portal à parte.
No checkout
A câmera confirma que há alguém vivo. A foto do documento entra no pedido. O rosto bate com o papel. Identidade falsa para de ser só um CPF digitado.
Chargeback de quem não é quem diz ser
No pedido
Identidade cadastral, restrição, score, telefone, endereço e processos. O resultado fica no pedido e no cliente. Ninguém copia ficha para outro portal.
Chargeback tratado no próprio pedido
Com o seu aval
A política vai em português: celular acima de um valor, consulta identidade, telefone e restrição. Sem execução automática, cada consulta vira proposta.
Chargeback sem o time virar operador de risco
O que dá para consultar
Quem está na câmera entra primeiro. Depois você escolhe identidade, restrição, score, telefone, endereço ou processos. Consultar tudo existe para o pedido que justifica as seis de uma vez.
Movimento na câmera no checkout. Foto de foto não passa.
O papel que a pessoa apresenta entra no pedido, não num app à parte.
A comparação é no servidor. O time vê o resultado na venda.
Nome e situação cadastral do documento que já está no pedido.
Apontamentos negativos que o time precisa ver antes de expedir o ticket alto.
Faixa de risco de crédito, para decidir se o pedido segue ou pede aval.
Risco do número usado no checkout, o mesmo que entra nas Conversas.
Endereços conhecidos e se o do pedido bate, em parte, ou não bate.
Processos judiciais ligados à pessoa, com resumo para o time ler.
Uma consulta por vez, quando o ticket ou a locação pede só aquilo.
O pacote roda as seis de uma vez, quando o risco justifica o conjunto.
Você descreve a regra. A consulta só roda com o seu aval.
O que já foi consultado fica no cliente, não some no e-mail do analista.
Onde o Safe entra
O recorte muda. O lugar não: pedido e cliente. A consulta espera o seu aval, salvo o que você liberar.
Locação de equipamento caro é o recorte mais visível. Aluguel nos modelos · Case no blog · E-commerce e Conversas.
A pessoa está na câmera. O documento bate com o rosto. O celular de R$ 4 mil não sai só com um CPF digitado.
Chargeback de identidade
Identidade, telefone e restrição antes de expedir. O chargeback deixa de ser surpresa de 40 dias.
Chargeback
Endereço, processos e score antes do bem sair. O time vê se o destino bate com o que se conhece da pessoa.
Perda do bem
A política entra em português. Pedido que passa do valor consulta sozinho e espera o seu aval antes de consultar.
Chargeback sem fila extra
O resultado não mora num portal à parte. Quem abre a venda vê o risco. Quem abre o cliente vê o histórico.
Menos ida e volta até decidir
Fronteira honesta
Prova de vida e confirmação do documento dizem quem está na câmera. A consulta lê o risco cadastral da pessoa. Teste de cartão e 3D Secure continuam no plástico. Não substitui o app de crédito do consumidor e não aceita documento digitado à mão pelo modelo.
Dúvidas antes de decidir
Consulta de risco é decisão exposta. Aqui estão as respostas para levar à diretoria, sem misturar cartão e app do consumidor.
Não. É um serviço da Mirá, no pedido e no cliente da sua loja. O time consulta risco para decidir se expede, não para o consumidor consultar o próprio nome.
Não, salvo o que você liberar. Sem execução automática, cada consulta vira proposta e espera alguém com permissão. O resultado entra no pedido.
Não. A consulta nasce do pedido ou do cliente. O documento já precisa estar na operação. Isso evita consulta avulsa e dado pessoal solto.
Não. A prova de vida e a foto do documento confirmam quem está na câmera. A consulta lê restrição, score, telefone, endereço e processos. As duas camadas ficam no mesmo pedido.
Continua. Teste de cartão e 3D Secure não saem do lugar. O Safe não lê o plástico. Ele lê a pessoa por trás do pedido.
O valor depende do recorte e do volume. Fechamos na primeira conversa, sem tabela pública que não se aplicaria ao seu caso. A mesma pessoa em 24 horas não consulta de novo.
Na plataforma
Cada página aprofunda um mecanismo. O rodapé lista tudo. Aqui estão os recortes que fecham o que você acabou de ler.
Próximo passo
Quatro campos abaixo e a conversa já começa com contexto. Você sai do diagnóstico com o mapa de onde perde venda, onde o time perde tempo e o que consolidar primeiro.
Prefere olhar sozinho antes? veja uma loja no ar.