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migração·22 de agosto de 2026·5 min

Minha equipe já está acostumada com o sistema atual. Treinar daria muito trabalho. Não posso migrar.

O custo escondido da troca não é importar o catálogo. É o turno do balcão no sistema novo. A frente de loja da Mirá não vem como pacote fechado: capturamos as telas que o time já usa e recriamos o mesmo fluxo, com o que você quiser melhorar.

Mirá Commerce

Quem herda uma operação montada já ouviu o argumento. O sistema atual é velho, o estoque não bate com o site, o financeiro vive em planilha. Ainda assim a troca trava. Não trava no catálogo. Trava no turno do balcão.

Minha equipe já está acostumada com o sistema atual. Treinar daria muito trabalho. Não posso migrar.

Esse recuo é racional. Uma semana de frente de loja lenta some GMV no balcão, estica prazo de expedição da retirada e derruba NPS de quem espera na fila. Diretoria mede o risco. TI mede o retrabalho. O gerente mede o sábado.

O custo real da troca é o hábito do turno

Importar produto, cliente e pedido é um problema conhecido. A landing já trata disso: simulação, o seu aval, a Mirá como centro da verdade. O que quase ninguém coloca no projeto é a tela que o vendedor abre cem vezes por dia.

Se essa tela muda de lugar, muda de nome e muda de ordem, o time não recusa a Mirá. Recusa o sábado. Venda no balcão cai enquanto cada um procura o botão. Consulta de saldo demora. Troca e devolução voltam para o caderno. Conversão e ticket médio sofrem no canal que mais paga o aluguel da loja.

A frente de loja não vem como pacote fechado

A Mirá separa o motor da tela. Pedido, estoque e cliente nascem aqui. A interface do balcão não é um visual padrão que o seu time é obrigado a aprender. É uma experiência montada para a operação, no mesmo motor do site e das Conversas.

Por isso a objeção de treinamento deixa de ser um muro. Não pedimos que o vendedor vire aluno de um sistema genérico. Pedimos as telas que ele já usa. Recriamos o fluxo. Onde a tela antiga atrapalha conversão, prazo ou NPS, você marca o que melhorar.

Captura das telas. Mesma experiência. Pontos que você quer melhorar.

O ponto de partida é a operação real, não um tema de prateleira. Prints, gravação do turno ou uma visita. As telas principais: venda no balcão, consulta de saldo, troca e devolução, fechamento do dia, o atalho que ninguém documentou e todo mundo usa.

  1. Você envia as telas principais do sistema atual, as que o turno não abre mão.
  2. Os especialistas montam a mesma ordem, os mesmos campos, o mesmo caminho da venda.
  3. Você marca o que não te atendia: clique a mais, saldo escondido, promoção que só o gerente sabia aplicar.
  4. A prévia aparece antes da virada. Nada no balcão entra no escuro.

Personalizado aqui não é cor e logotipo. É o hábito do seu time no motor novo. O vendedor reconhece a venda. Por baixo, o saldo é o mesmo do site. Ruptura no balcão deixa de ser um número diferente do e-commerce.

Igual no que funciona. Diferente no que travava a loja.

Recriar a experiência não é copiar o defeito. Se a consulta de estoque exigia três telas, esse é o ponto a cortar. Se a promoção só saía com um código de gerente numa ficha, esse é o ponto a deixar explícito, com permissão. O hábito permanece. O atrito que comia ticket médio e prazo de expedição não precisa vir junto.

  • Mesmo fluxo de venda no balcão, para o turno não parar na semana da virada.
  • Saldo único com o site e com as Conversas, para não vender o que já saiu no outro canal.
  • O que o sistema antigo escondia vira campo visível, se você pedir.
  • Dinheiro e desconto fora da regra continuam com o seu aval, não com um atalho solto.

Por baixo da tela conhecida, um centro da verdade

A objeção trata a frente de loja como se fosse o sistema inteiro. Não é. A tela é o hábito. O risco da operação está no pedido, no estoque e no cliente. Se esses três continuam noutro software, a loja nova só troca de casca. A Mirá assume os três. A integração existe para migrar o que você já tem, sem perder dado.

O vendedor vê o caminho de sempre. O gerente vê o mesmo pedido no site, no balcão e no WhatsApp. Chargeback, ruptura e GMV deixam de depender de alguém reconciliar dois relatórios no dia seguinte.

Quem mexe em dinheiro continua sendo você

Recriar a tela não solta a operação no automático. O Co-Pilot abre o pedido. Ação que mexe em dinheiro ou que fala com o cliente espera quem tem permissão. Os especialistas executam a rotina que você ligar. Treinar menos não significa perder o controle. Significa deixar o sábado no balcão, não numa sala ensinando um layout que a operação não pediu.

Ver os especialistas prontos

O que levar para a diretoria

A pergunta que trava a troca deixa de ser "o time aguenta um sistema novo?". Passa a ser: quais telas do turno precisamos reconhecer no primeiro dia, e quais pontos da tela antiga a loja quer abandonar. Catálogo, cliente e pedido entram pela simulação. A frente de loja entra pelas capturas. Os dois esperam o seu aval.

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Quatro campos abaixo e a conversa já começa com contexto. Você sai do diagnóstico com o mapa de onde perde venda, onde o time perde tempo e o que consolidar primeiro.

A conversa continua no WhatsApp, já com esses dados. Usamos essas informações apenas para preparar o diagnóstico.

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